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26 de fevereiro de 2026

Trabalho voluntário em Belo Horizonte

O trabalho voluntário em Belo Horizonte é uma forma real de promover transformação social, fortalecer comunidades e gerar impacto positivo na vida de milhares de pessoas. Em uma cidade marcada pela diversidade, pela criatividade e pelo forte senso de coletividade, o voluntariado surge como um elo entre quem deseja ajudar e quem precisa de apoio.Mais do que uma ação pontual, o voluntariado representa um compromisso com o bem comum. Ele promove inclusão, fortalece redes de solidariedade e contribui para a construção de uma sociedade mais justa, consciente e empática.Se você está buscando oportunidades de trabalho voluntário em Belo Horizonte, este guia vai ajudar a entender por onde começar, quais são os benefícios e como iniciativas acessíveis podem fazer parte da sua rotina. Por que fazer trabalho voluntário em Belo Horizonte?BH é uma das capitais brasileiras com maior engajamento em ações sociais. A cidade possui uma rede ativa de organizações, projetos comunitários e iniciativas independentes que atuam em diversas áreas, como inclusão social, sustentabilidade, saúde, educação e acessibilidade.Participar de um trabalho voluntário em Belo Horizonte permite que você contribua diretamente com a sua comunidade, ajudando a reduzir desigualdades e ampliando oportunidades para pessoas em situação de vulnerabilidade.Além disso, o voluntariado também promove benefícios pessoais importantes, como:Desenvolvimento de empatia e consciência socialFortalecimento do senso de propósitoCriação de conexões humanas significativasAprendizado de novas habilidadesSensação de pertencimento e impacto realO voluntariado transforma tanto quem recebe quanto quem participa. Como começar um trabalho voluntário em Belo HorizonteMuitas pessoas acreditam que é preciso ter muito tempo disponível ou habilidades específicas para fazer trabalho voluntário, mas isso não é verdade. Existem diversas formas de contribuir, inclusive com pequenas ações que se encaixam facilmente na rotina.O primeiro passo é identificar causas com as quais você se identifica. Entre as principais áreas de trabalho voluntário em Belo Horizonte, destacam-se: Inclusão de pessoas com deficiência, apoio a comunidades em vulnerabilidade social, sustentabilidade e reciclagem, educação e formação, saúde e bem-estar e apoio a idosos e criançasEscolher uma causa alinhada aos seus valores torna a experiência mais significativa e duradoura. Você será muito bem-vinda (o) no Lacre do Bem! Trabalho voluntário e impacto social: pequenas ações, grandes transformaçõesUma das características mais importantes do trabalho voluntário é que o impacto coletivo nasce da soma de pequenas ações individuais. Nem sempre é necessário estar fisicamente presente em uma instituição para contribuir.Existem iniciativas que permitem apoiar causas sociais de forma simples, acessível e contínua. O Lacre do Bem é um exemplo disso: por meio da arrecadação de lacres de alumínio, é possível ajudar na transformação desses materiais em cadeiras de rodas, promovendo mobilidade e qualidade de vida para pessoas que precisam.Esse modelo amplia o conceito de trabalho voluntário em Belo Horizonte, mostrando que qualquer pessoa pode participar, independentemente da sua disponibilidade de tempo. O papel do voluntariado na construção de cidades mais humanasO trabalho voluntário em Belo Horizonte exerce um papel fundamental no fortalecimento da cidade como um espaço mais inclusivo e colaborativo. Ele conecta pessoas, promove responsabilidade coletiva e estimula a participação cidadã.Quando mais pessoas se envolvem em ações solidárias, cria-se uma rede de apoio que beneficia toda a sociedade. O voluntariado ajuda a preencher lacunas sociais, complementando o trabalho de instituições e ampliando o alcance de projetos que transformam vidas.Além disso, ele contribui para a formação de uma cultura de solidariedade, especialmente entre crianças e jovens, que passam a crescer com maior consciência social.Outro aspecto importante do trabalho voluntário é sua relação com a sustentabilidade. Muitas iniciativas unem impacto social e cuidado ambiental, promovendo soluções que beneficiam tanto as pessoas quanto o planeta.A coleta de lacres de alumínio, por exemplo, reduz o desperdício e transforma resíduos em recursos que geram inclusão e mobilidade. Esse modelo demonstra como ações simples podem gerar benefícios múltiplos.Participar de iniciativas assim é uma forma prática de integrar responsabilidade social e ambiental no dia a dia. Como encontrar oportunidades de trabalho voluntário em Belo HorizonteSe você deseja começar, algumas estratégias podem ajudar:Pesquisar organizações sociais locaisParticipar de campanhas solidáriasEngajar amigos e familiaresApoiar iniciativas contínuas, como arrecadaçõesDivulgar causas sociais nas redesO mais importante é dar o primeiro passo. O impacto começa com a decisão de agir. Lacre do Bem: uma forma acessível de fazer trabalho voluntário em Belo HorizonteO Lacre do Bem é uma iniciativa que permite que qualquer pessoa participe de um trabalho voluntário em Belo Horizonte de forma simples e acessível.Ao coletar lacres de alumínio e contribuir com a iniciativa, você passa a fazer parte de uma rede de transformação social que já beneficiou muitas pessoas com mobilidade reduzida. É uma forma de voluntariado que se adapta à sua rotina e mostra que todos podem contribuir.Cada ação, por menor que pareça, tem o potencial de transformar vidas. E essa transformação começa com uma decisão simples: se envolver.Seja por meio da coleta de lacres, do apoio a iniciativas sociais ou da mobilização de outras pessoas, o importante é agir.Porque quando uma pessoa decide ajudar, toda a comunidade se fortalece.

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5 de janeiro de 2026

Férias escolares: transforme tempo livre em impacto social

As férias costumam ser associadas a descanso, viagens, lazer e momentos de pausa da rotina. Em janeiro, especialmente, elas ganham um significado ainda mais forte: crianças fora da escola, famílias reorganizando o tempo, amigos combinando encontros e experiências que fogem do cotidiano. Mas as férias também podem ser um convite para algo maior... um período de reconexão com valores essenciais como empatia, solidariedade e responsabilidade social.Neste contexto, falar de férias e solidariedade não é romantizar o altruísmo, mas mostrar que o tempo livre pode ser vivido de forma mais consciente, educativa e transformadora, sem abrir mão do prazer, da leveza e da convivência.O papel das férias no desenvolvimento de valoresAs férias escolares representam uma pausa importante no processo de aprendizagem formal, mas nunca significam uma interrupção no desenvolvimento humano. Pelo contrário: é justamente fora da sala de aula que muitas crianças aprendem, na prática, conceitos fundamentais como cooperação, cuidado com o outro e consciência social.Atividades realizadas durante as férias, quando bem orientadas, ajudam a construir repertório emocional, social e ético. Ao envolver crianças em ações solidárias, elas passam a compreender que pequenas atitudes podem gerar grandes impactos, e que todos fazem parte de uma rede de responsabilidades compartilhadas. Leia também: Distribuição de cadeiras de rodas pelo SUS Solidariedade como experiência, não como obrigaçãoUm dos maiores desafios quando se fala em solidariedade é afastar a ideia de obrigação ou sacrifício. Durante as férias, esse risco diminui, pois o tempo é mais flexível e as experiências podem ser construídas de forma leve, participativa e afetiva.A solidariedade, quando vivida como experiência, cria memórias positivas. Reunir amigos para uma ação simples, envolver as crianças em pequenas missões solidárias ou transformar um passeio em uma oportunidade de ajudar alguém são formas de integrar propósito à rotina de descanso.É nesse ponto que iniciativas como o Lacre do Bem se destacam: ao propor uma ação acessível, concreta e contínua, a solidariedade deixa de ser abstrata e passa a fazer parte do dia a dia, inclusive nas férias.Férias, viagens e pequenas atitudes que geram impactoDurante as férias, muitas pessoas viajam ou circulam mais por diferentes espaços: praias, casas de familiares, hotéis, parques, estradas e eventos. Esses deslocamentos ampliam as oportunidades de impacto social.Levar consigo o hábito de recolher lacres de alumínio, por exemplo, é uma forma simples de manter a solidariedade presente mesmo fora de casa. Hotéis, casas de temporada e encontros entre amigos podem se tornar pontos de conscientização e coleta, estimulando conversas sobre inclusão, sustentabilidade e responsabilidade coletiva.Além disso, as férias são um momento estratégico para explicar às crianças como pequenas ações, quando somadas, ajudam a transformar realidades — como a conversão de lacres em cadeiras de rodas, promovendo mobilidade e dignidade para quem precisa.Atividades solidárias para fazer com crianças nas fériasEngajar crianças em ações solidárias durante as férias não exige grandes produções. Pelo contrário: quanto mais simples e lúdica for a atividade, maior o engajamento e o aprendizado.Algumas ideias incluem:Criar um desafio de coleta de lacres entre amigos ou familiaresExplicar, de forma acessível, para onde vão os lacres e quem é beneficiadoIncentivar a separação de resíduos como parte da rotina de casaVisitar pontos de coleta e falar sobre consumo conscienteTransformar a ação em um jogo educativo durante as férias escolaresEssas experiências ajudam a desenvolver senso de comunidade e mostram que a solidariedade pode - e deve - ser parte da vida cotidiana.Dinâmicas solidárias entre amigos e famíliaAs férias também fortalecem vínculos entre adultos. Encontros informais, almoços em família, reuniões entre amigos e confraternizações de verão são momentos ideais para compartilhar ideias e propósitos.Incluir uma dinâmica solidária nesses encontros não diminui o clima de celebração — pelo contrário, dá ainda mais significado ao momento. Uma conversa sobre impacto social, sustentabilidade ou inclusão pode surgir naturalmente quando todos se sentem parte de algo maior.Quando a solidariedade é vivida em grupo, ela se torna mais potente, mais duradoura e mais inspiradora.Solidariedade contínua: o aprendizado que vai além das fériasUm dos maiores legados das férias solidárias é a continuidade. Ao experimentar ações de impacto durante esse período, muitas pessoas passam a incorporar esses hábitos ao longo do ano.O que começa como uma atividade de férias pode se transformar em um compromisso permanente: recolher lacres, falar sobre inclusão, apoiar causas sociais e educar novas gerações para uma sociedade mais empática.Esse é o verdadeiro valor da solidariedade: quando ela deixa de ser pontual e passa a fazer parte da cultura, da rotina e da forma como nos relacionamos com o mundo.Férias com aprendizadoAs férias são, acima de tudo, uma oportunidade de escolha. Escolha de ritmo, de experiências e também de valores. Ao integrar a solidariedade a esse período, transformamos o descanso em algo ainda mais significativo.O Lacre do Bem acredita que toda ação conta e que cada pessoa pode ser agente de mudança, inclusive durante as férias. Porque cuidar do outro, do coletivo e do futuro não precisa esperar a volta da rotina. Pode começar agora, de forma simples, acessível e cheia de sentido.Que neste mês de janeiro, as férias sejam também um tempo de conexão, consciência e transformação. Redação: Estúdio Letras

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14 de novembro de 2025

Dia Mundial da Gentileza

No dia 13 de novembro celebramos o Dia Mundial da Gentileza, uma data que nos lembra da importância de cultivar o cuidado, a empatia e a generosidade. Estes valores são fundamentais não apenas em um dia, mas como parte de uma cultura de bem-estar social. O Lacre do Bem acredita que a gentileza é um valor transformador: para nós, para a comunidade e para o mundo.A origem do Dia Mundial da GentilezaA ideia de um dia dedicado à gentileza surgiu em 1996, durante uma conferência em Tóquio promovida pelo World Kindness Movement (Movimento Mundial da Gentileza). A data foi oficializada em 2000, com o propósito de inspirar ações de bondade e empatia ao redor do mundo.Desde então, o 13 de novembro se tornou um lembrete importante: gentileza não é só um gesto pontual, mas uma prática que tem força para transformar realidades.Por que a gentileza importa para todos nósA gentileza gera impacto real. Quando somos gentis, ativamos empatia, construímos pontes de confiança e fortalecemos laços com amigos, colegas, vizinhos e até com desconhecidos. Estudos e reflexões mostram que atos de gentileza:Melhoram nosso bem-estar emocional;Reduzem o estresse e criam ambientes mais saudáveis;Fortalecem relacionamentos e promovem um senso de comunidade. Além disso, quando um ato gentil é feito, ele tende a inspirar outros. Como diz uma frase famosa, “gentileza gera gentileza”. Um símbolo brasileiro da gentilezaNo Brasil, uma figura emblemática da gentileza é José Datrino, mais conhecido como o “Profeta Gentileza”. Sua mensagem “gentileza gera gentileza” ficou registrada em murais no Rio de Janeiro, e sua história inspirou até uma música da cantora Marisa Monte.Ele viveu pregando bondade, plantando jardins e espalhando palavras de afeto. Uma verdadeira inspiração de como a gentileza pode se tornar legado. Gentileza na prática: ações que transformamPara o Lacre do Bem, promover gentileza faz parte do nosso compromisso de gerar impacto positivo. Acreditamos que pequenas atitudes cotidianas têm grande poder. Aqui vão algumas ideias simples para praticar a gentileza no seu dia a dia e potencializar esse valor tão importante para nós:Cumprimente alguém com um sorriso – um gesto simples, mas que pode iluminar o dia de outra pessoa.Ofereça ajuda genuína – pergunte se alguém precisa de apoio, ou segure a porta, ou escute quando alguém precisar falar.Elogie com sinceridade – reconhecer algo bom no outro mostra que você percebe e valoriza.Doe tempo e atenção – mesmo que você não tenha recursos materiais, seu tempo pode ser um presente inestimável.Pratique o perdão – pedir desculpas ou deixar de lado ressentimentos é uma forma profunda de gentileza. Gentileza como parte do nosso propósito no Lacre do BemNo Lacre do Bem, a gentileza não é só uma palavra, é parte da nossa essência. Estamos comprometidos em construir uma comunidade humana, onde o cuidado genuíno é prioridade. Ao celebrarmos o Dia Mundial da Gentileza, queremos reforçar nosso propósito: inspirar ações que promovam bem-estar, conexão e transformação.Também acreditamos que a gentileza pode estar presente nas nossas iniciativas, projetos sociais e parcerias. Por meio das nossas ações, buscamos incentivar práticas mais humanas, cultivando empatia, solidariedade e responsabilidade social. O impacto coletivo da gentilezaQuando cada pessoa adota a gentileza como valor, os resultados são multiplicados. Uma comunidade gentil é mais forte, mais resiliente e mais colaborativa. Além disso, atos de bondade podem desencadear mudanças estruturais: inspiram redes de apoio, fomentam projetos sociais e fortalecem a cultura do cuidado.Celebrar o Dia Mundial da Gentileza é, portanto, mais do que marcar uma data, é um convite para construir, juntos, um mundo mais gentil. A gentileza é uma força leve, mas poderosa. Um sorriso, uma palavra de apoio, um gesto de generosidade: tudo isso tem o poder de tocar vidas e inspirar outras pessoas a agir da mesma forma. Por aqui, acreditamos que a gentileza é um dos alicerces para um futuro mais humano.No dia 13 de novembro, convidamos você a refletir: de que forma você pode gerar mais gentileza no mundo? Como pequenos gestos de bondade podem ser incorporados à sua rotina? E, mais importante, como podemos, juntos, construir uma cultura onde a gentileza não seja apenas celebrada, mas vivida todos os dias.Porque, no final das contas, gentileza gera gentileza e nosso mundo fica melhor quando cada um de nós escolhe ser gentil.

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28 de outubro de 2025

Envelhecimento Saudável e Ativo: Projeto Lacre do Bem BH

O Lacre do Bem acredita que envelhecer pode (e deve) ser sinônimo de saúde, alegria e protagonismo. Nosso novo projeto, “Envelhecimento Saudável e Ativo”, aprovado pelo Conselho Municipal do Idoso de Belo Horizonte, busca proporcionar qualidade de vida para pessoas idosas, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social.Para quem essa iniciativa se destina?O projeto atenderá 60 pessoas idosas residentes em Belo Horizonte, oferecendo oficinas e atendimentos socioassistenciais e psicológicos. Nossa prioridade são idosos que vivem em condições de vulnerabilidade social, garantindo acolhimento, cuidado e oportunidades de protagonismo.Nossa proposta alinhada com as ODSsBuscamos contribuir para o cumprimento de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU:ODS 1 – Erradicação da Pobreza: promovendo inclusão social e geração de renda.ODS 3 – Saúde e Bem-Estar: oferecendo atendimentos psicológicos, socioassistenciais e atividades físicas.ODS 10 – Redução das Desigualdades: garantindo acesso a oportunidades e serviços para idosos em vulnerabilidade social.ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis: incentivando a conscientização ambiental por meio de materiais recicláveis nas oficinas.O que o projeto ofereceNosso programa amplia o atendimento às pessoas idosas com atividades transversais que promovem um envelhecimento saudável e ativo, em conformidade com o Estatuto do Idoso:Atendimento Socioassistencial e Psicológico: de segunda a sexta-feira, em sessões de 4 horas, garantindo acompanhamento contínuo.Oficinas de Dança: duas turmas diárias, de 15 participantes cada, promovendo movimento, socialização e alegria.Oficinas de Artes: três turmas diárias, de 15 participantes cada, estimulando criatividade, autoestima e expressão.Além disso, os produtos criados pelos idosos nas oficinas são de propriedade dos participantes, podendo ser vendidos, gerando nova fonte de renda para eles e suas famílias.Benefícios sociais e ambientaisNosso projeto não se limita ao cuidado individual: promovemos a consciência ambiental ao utilizar materiais recicláveis nas oficinas, gerando impacto positivo para o planeta.Incentivos fiscais e segurança jurídicaEmpresas podem apoiar o projeto por meio de destinação de parte do Imposto de Renda, de acordo com:Lei nº 12.213/2010: dedução de 1% do IR devido da pessoa jurídica e 6% da pessoa física para projetos voltados à pessoa idosa.Fundo Municipal do Idoso – FUMID (Lei Municipal nº 8.288/2001), que permite destinação a projetos aprovados pelo Conselho do Idoso sem concorrer com outros incentivos fiscais (Lei Rouanet, Lei do Esporte, FIA, PRONAS/PCD etc.).O projeto tem valor total de R$ 732.643,39, e só poderá ser executado quando atingirmos 70% da captação total, tornando cada parceria essencial para o sucesso da iniciativa.Transforme vidas com a sua empresaAo apoiar o projeto “Envelhecimento Saudável e Ativo”, sua empresa:Contribui diretamente para qualidade de vida e inclusão social de pessoas idosas.Fortalece a responsabilidade social corporativa e cumpre metas de ESG e ODS.Garante transparência e segurança jurídica na aplicação de recursos.Se a sua empresa quer contribuir, entre em contato através do e-mail: projetossociaismg@gmail.comJunte-se ao Lacre do Bem e faça parte dessa história de transformação!

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18 de setembro de 2025

Setembro Amarelo | Vini Murta e a força do esporte

Setembro é um mês marcado por uma causa fundamental: a valorização da vida. O Setembro Amarelo, campanha de prevenção ao suicídio, é um movimento de conscientização, diálogo aberto e combate ao estigma em torno da saúde mental. Entre tantas histórias inspiradoras que se conectam a esta causa, a de Vini Murta, atleta, palestrante e criador do projeto Atleta por Propósito, merece destaque.Mineiro de Belo Horizonte, Vini transformou suas próprias dores em combustível para inspirar outras pessoas. Após enfrentar momentos de depressão e síndrome do pânico, encontrou no esporte não apenas uma prática física, mas um caminho de fortalecimento emocional, espiritual e social. Hoje, ele utiliza sua jornada para falar sobre resiliência, saúde mental e superação. Leia também: Dia Mundial de Conscientização do Autismo O esporte como propósito de vidaHistórias como a de Vini Murta reforçam a mensagem de que é possível encontrar novos caminhos mesmo nos momentos mais difíceis. A depressão e a síndrome do pânico o colocaram diante de grandes desafios, mas foi o esporte que se tornou a chave para sua transformação. Através do projeto Atleta por Propósito, ele prova que a prática esportiva vai além da performance: pode ser um instrumento de autoconhecimento, resiliência e inspiração coletiva.É importante reforçar que, embora o esporte tenha sido um caminho fundamental na trajetória de Vini, o cuidado com a saúde mental deve sempre incluir acompanhamento médico e psicológico. Procurar ajuda profissional é essencial para enfrentar a depressão, a ansiedade e outras questões clínicas, garantindo suporte adequado em cada etapa.Para o blog do Lacre do Bem, realizamos uma entrevista exclusiva com Vini Murta, que compartilhou sua história, seus desafios e seu olhar sobre a campanha Setembro Amarelo. Lacre do Bem/Estúdio Letras – Você costuma dizer que o esporte salvou sua vida. Pode nos contar qual foi o momento em que esporte deixou de ser apenas uma atividade física e se tornou sua estratégia de superação emocional?Vini Murta – O esporte foi muito mais do que atividade física na minha vida; ele salvou minha existência. Quando enfrentei depressão e síndrome do pânico, eu não tinha apoio familiar, plano de saúde ou recursos. Morando sozinho e mergulhado em aflições, encontrei no esporte um refúgio e um fortalecimento físico, mental e espiritual.Treinar me permitiu fazer uma “meditação em movimento”, entrar em sintonia com meu corpo e espírito, e reencontrar meu propósito de vida. Cada treino era um passo para compreender por que continuar vivendo e como superar os desafios.Dessa experiência nasceu o Atleta por Propósito. Não treinava apenas por performance, mas para incentivar pessoas a não desistirem. Criava pequenas negociações comigo: “Vença a si mesmo hoje.” E no dia seguinte repetia, construindo uma filosofia de vida baseada em resiliência e superação.Hoje, o esporte é meu instrumento de transformação e meu propósito: inspirar pessoas a se fortalecerem e descobrirem a força que existe dentro delas. Lacre do Bem/Estúdio Letras – Seu projeto “Atleta por Propósito” já inspirou inúmeras pessoas. Como nasceu essa iniciativa e como ela dialoga com a mensagem central do Setembro Amarelo sobre a valorização da vida?Vini Murta – O Atleta por Propósito nasceu da minha persistência em incentivar as pessoas a não desistirem da vida. Tudo começou em 2015, com o InterAÇÃO Brasil, projeto de extensão em uma faculdade de medicina, focado na saúde mental de estudantes, lembrando que o curso de medicina tem altos índices de suicídio.O projeto evoluiu, mas não conseguia apoio nem patrocínio. Em 2019, decidi me autodesafiar no triatlo — sem saber nadar, pedalar ou correr longas distâncias — e ir direto para o Ironman 70.3. A frase que me guiou foi: “Quem muito deseja, faz com pouco que tem.” Eu provei que não precisamos de todos os recursos, mas da decisão de agir, mesmo sem entender todos os “comos”.O projeto é uma ferramenta de superação e valorização da vida, alinhada com o Setembro Amarelo, mas com atuação durante o ano inteiro. A missão é clara: falar de saúde mental, incentivar pessoas a se fortalecerem e não desistirem da vida, mostrando que o esporte é um agente transformador de hábitos, mente e espírito. Lacre do Bem/Estúdio Letras – Você enfrentou desafios como depressão e síndrome do pânico. Como o esporte te ajudou a resgatar seu senso de propósito?Vini Murta – O esporte foi o meu primeiro passo para fortalecer mente e corpo. Ele me ajudou a sair da estagnação, perceber o valor da vida e me reconectar com meu interior e com a espiritualidade.Ao recuperar meu equilíbrio, senti a vontade de compartilhar essa oportunidade com outras pessoas. Minha história se tornou a base do projeto: incentivar as pessoas a não desistirem. A frase “Não desista. Vença só hoje” que eu repetia diariamente se transformou em propósito de vida.Além do fortalecimento físico, o esporte promove interação social, conexão com a natureza e com a espiritualidade, criando um ambiente que potencializa a saúde mental e emocional. Por isso afirmo: o esporte é um poderoso agente de transformação e superação pessoal. Lacre do Bem/Estúdio Letras – Neste Setembro Amarelo, você fez um desafio especial: pedalar 1.500 km nos arredores de BH. Pode compartilhar o significado simbólico dessa ação e como ela se relaciona com a saúde mental?Vini Murta – Originalmente, meu plano era pedalar de Belo Horizonte a Salvador, mas, sem patrocínio e com recursos limitados, adaptei o desafio para percorrer 1.500 km nos arredores de BH, principalmente na Lagoa da Pampulha.O objetivo era demonstrar que, mesmo diante de adversidades e limitações, é possível alcançar metas com criatividade, resiliência e determinação. Esse desafio simboliza a capacidade de superar obstáculos, desenvolver habilidades internas e transformar dificuldades em oportunidades de crescimento.Ele se conecta diretamente com a saúde mental, mostrando que força interna, disciplina e propósito podem ajudar a superar medos, limitações e momentos de desânimo — fortalecendo corpo, mente e espírito. Lacre do Bem/Estúdio Letras – Em sua jornada esportiva, você passou de iniciante sem saber nadar ou pedalar, como comentou acima, a conquistar maratonas e o Ironman. O que você diria a alguém que se sente incapaz de dar o primeiro passo rumo à mudança?Vini Murta – Quando comecei aos 41 anos, não sabia nadar, pedalar ou correr longas distâncias. Minha primeira prova foi uma meia maratona no Rio de Janeiro, com mais de 30 mil inscritos. Cheguei entre os top 100. Foi ali que percebi meu potencial desconhecido.Treinei intensamente, completei minha primeira maratona em Porto Alegre em 3h, qualificando para Boston. Mesmo sem apoio, vendi meus equipamentos e fui competir, completando Boston em 3h. Depois, participei do IronMan 70.3 e de uma ultramaratona de 50 km, me perdi durante a prova e ainda assim terminei como vice-campeão.Minha mensagem é clara: nunca é tarde para começar. Dentro de cada pessoa existe um potencial enorme, que só se revela quando você dá o primeiro passo. Cada desafio é uma oportunidade de autodescoberta, superação e inspiração para outras pessoas. Lacre do Bem/Estúdio Letras – Olhar para a frente, para 2025 ou além… que mensagem você gostaria de deixar para quem está passando por um momento difícil e vê no Lacre do Bem uma rede de apoio e esperança?Vini Murta – Seja qual for a dificuldade que você esteja vivendo, não desista. Tudo na vida é um processo de evolução e aprendizado. Cada adversidade desperta habilidades que fortalecem o espírito e potencializam nossa capacidade de superação.Se você ainda não encontrou seu propósito, peça ajuda. Como dizemos no Atleta por Propósito: “Vamos juntos. Ninguém é tão bom sozinho.” Minha história prova que qualquer pessoa pode se fortalecer e, a partir disso, inspirar outros.Uma frase que me guia: “Ninguém pode voltar atrás e construir um novo começo, mas todos podem começar agora e criar um novo fim.” Inspire-se em projetos como Atleta por Propósito, Quilômetros pela Vida e Lacre do Bem. A sua história ou suas ações conscientes podem transformar vidas, começando por você mesmo. Entregue seu melhor, descubra seu potencial e inspire outras pessoas a não desistirem da vida. Setembro Amarelo, esporte e solidariedadeA trajetória de Vini Murta é um exemplo de como a dor pode ser transformada em propósito. Assim como o Setembro Amarelo busca iluminar a importância da saúde mental e da valorização da vida, o trabalho do atleta reforça que pedir ajuda, praticar o autocuidado e buscar apoio coletivo são passos fundamentais na luta contra o suicídio.O Lacre do Bem também se alinha a essa mensagem: pequenas atitudes podem gerar grandes transformações. Ao unir solidariedade, sustentabilidade e impacto social, a iniciativa mostra que cada gesto importa e que ninguém precisa enfrentar seus desafios sozinho. Este conteúdo foi produzido pelo Estúdio Letras em apoio voluntário ao Lacre do Bem, como forma de fortalecer mensagens que unem vida, propósito e comunidade.

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3 de setembro de 2025

setembro verde e inclusão

Setembro é o mês da conscientização sobre a inclusão das pessoas com deficiência. A campanha Setembro Verde convida a sociedade a refletir sobre acessibilidade, oportunidades e combate ao preconceito, reforçando que a inclusão não é favor, mas direito.Para falar sobre o tema, o Lacre do Bem entrevistou a vereadora Michelly Siqueira, advogada especialista em Direito Público e Direito das Famílias. Com mais de 15 anos de atuação na defesa de pessoas com deficiência, idosos e cidadãos em situação de vulnerabilidade, Michelly hoje leva essa missão para o seu mandato na Câmara Municipal de Belo Horizonte.Segundo ela, um dos maiores desafios é fazer com que as políticas públicas deixem de ser letra morta. “Minha missão de vida sempre foi transformar a realidade das pessoas com deficiência. Antes mesmo de ocupar um cargo público, atuei como advogada na defesa desses direitos, e hoje levo essa mesma luta para o meu mandato como vereadora de Belo Horizonte”, afirmou.Entre as prioridades que ela aponta estão a educação inclusiva, a saúde especializada, a mobilidade urbana, o acesso ao trabalho e renda, além da moradia e vida independente. “Não basta abrir a matrícula na escola, é preciso garantir permanência e aprendizado. Não basta existir lei de cotas, é preciso assegurar o cumprimento e fomentar o empreendedorismo inclusivo. Uma cidade só é justa quando todos podem circular com autonomia e viver com dignidade”, explicou Michelly.Educação inclusiva efetiva – precisamos garantir professores de apoio, profissionais de acompanhamento terapêutico, salas de recursos multifuncionais e transporte escolar acessível. Não basta abrir a matrícula, é preciso garantir permanência e aprendizado.Saúde especializada e acessível – criar centros de referência em deficiência, ampliar terapias no SUS, assegurar medicamentos e tecnologias assistivas. Muitas famílias ainda peregrinam em busca de atendimento básico.Mobilidade e acessibilidade urbana – calçadas adequadas, transporte coletivo acessível e seguro, respeito às gratuidades. Uma cidade só é justa quando todos podem circular com autonomia.Trabalho e renda – é fundamental assegurar o cumprimento da lei de cotas, fomentar o empreendedorismo inclusivo e criar políticas de apoio às mães atípicas e cuidadores, reconhecendo o cuidado como trabalho.Moradia e vida independente – programas habitacionais acessíveis e políticas que permitam às pessoas com deficiência viverem com autonomia, respeitando sua dignidade e individualidade.Deficiência não define ninguémMas para Michelly, além das barreiras estruturais, ainda é preciso enfrentar o preconceito, muitas vezes velado. “O maior desafio que ainda enfrentamos é o preconceito disfarçado, que se manifesta em atitudes sutis, mas que ainda excluem. Precisamos ensinar desde cedo que cada pessoa tem capacidades únicas e criar campanhas e políticas públicas que reforcem a ideia de que deficiência não define ninguém”, destacou.A vereadora também reforçou que a inclusão é uma responsabilidade coletiva, que precisa ser assumida por toda a sociedade. “Escolas podem investir em práticas pedagógicas inclusivas, empresas devem ir além das cotas, organizações sociais são fundamentais no acolhimento e mobilização, e cidadãos comuns podem cobrar acessibilidade e exercer empatia no dia a dia”, disse.Para mudar essa realidade, precisamos avançar em três frentes:Educação desde cedo – ensinar crianças e jovens a conviver com a diversidade, mostrando que cada pessoa tem capacidades únicas a desenvolver.Conscientização permanente – capacitar professores, profissionais de saúde, gestores públicos e empresas para compreender que inclusão é um valor humano e social, e não apenas obrigação legal.Mudança de cultura social – criar campanhas, políticas públicas e espaços de convivência que reforcem a ideia de que deficiência não define ninguém, mas que todos têm potenciais a serem reconhecidos e valorizados.Para ela, o Setembro Verde é mais do que uma data simbólica: é um chamado para transformar a inclusão em rotina. “Tenho consciência de que a lei, sozinha, não muda a vida das pessoas. O que muda é a prática cotidiana, a implementação de políticas consistentes e a corresponsabilidade social. A inclusão não deve ser vista como um desafio, mas como uma oportunidade de enriquecer a convivência de todos nós”, concluiu.No Lacre do Bem, acreditamos que cada pequena ação pode gerar grandes transformações sociais. Já doamos centenas de cadeiras de rodas a partir da arrecadação de lacres de alumínio, mas nosso impacto vai além da entrega: buscamos sensibilizar empresas, escolas, organizações sociais e cidadãos para a importância da inclusão e da corresponsabilidade. O Setembro Verde reforça aquilo que defendemos todos os dias: juntos, podemos construir uma sociedade mais acessível, justa e humana.

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30 de junho de 2025

5 ideias de atividades para fazer com as crianças nas férias escolares

As férias escolares são aguardadas com entusiasmo por pais, alunos e professores. É o momento de descansar da rotina, brincar, viajar e viver experiências diferentes. Mas também pode ser o momento ideal para desenvolver atividades que ensinem valores importantes, como empatia, solidariedade e consciência ambiental.Com um pouco de criatividade e intenção, é possível transformar o tempo livre das crianças em um período cheio de significado. E o Lacre do Bem está aqui para ajudar nisso.Desde 2013, o projeto transforma lacres de latinhas em cadeiras de rodas para pessoas com deficiência física. Já são mais de 97 toneladas de alumínio recicladas e centenas de pessoas beneficiadas. E tudo começou com o gesto simples de uma menina de 9 anos.Por isso, acreditamos que o protagonismo infantil pode ser poderoso. Neste artigo, vamos te mostrar como envolver crianças e adolescentes nas férias escolares em atividades que geram impacto real. Leia também: Como funciona a distribuição de cadeiras de rodas pelo SUS 5 ideias de atividades para fazer com as crianças nas férias escolaresA seguir, listamos atividades simples e significativas para aproveitar as férias escolares de forma leve e transformadora. 1. Desafio dos lacres em casaTransforme o ato de juntar lacres em um jogo divertido:Estabeleça um objetivo: “juntar uma garrafa de 2 litros até o final das férias”; Faça um gráfico ou tabela para acompanhar o progresso; Crie uma pequena premiação simbólica (como escolher o filme do dia, um passeio especial ou uma sobremesa preferida). Esse tipo de desafio estimula a criança a manter o hábito e ainda gera o sentimento de conquista ao final. 2. Oficina de empatia com histórias reaisUse histórias de pessoas beneficiadas pelo projeto (disponíveis nas redes sociais do Lacre do Bem ou no livro da Julia) e crie um momento de reflexão com as crianças:Leia juntos um relato real; Pergunte o que elas sentiram, o que fariam no lugar da pessoa; Estimule desenhos, cartinhas ou vídeos com mensagens para quem vai receber as cadeiras. Essa vivência ensina empatia e conexão com o outro, mesmo sem conhecê-lo. 3. Caça aos lacres em grupoSe for possível reunir um grupo de crianças (em casa, no prédio ou na escola), promova uma “caça aos lacres”:Cada participante deve recolher lacres de latinhas vazias (sempre com segurança e supervisão); Vale envolver os vizinhos, os estabelecimentos próximos ou familiares; No final, reúnam todos os lacres e registrem o resultado com uma foto da “turma do bem”. É uma dinâmica que trabalha coletividade, responsabilidade e incentivo ao cuidado com o lixo reciclável. 4. Hora da reciclagem: explicando o ciclo do alumínioMuitas crianças não sabem para onde vai o lixo que jogamos fora. Use vídeos educativos e linguagem simples para mostrar:O que é o alumínio; Como ele pode ser reciclado infinitamente; Qual a diferença entre lixo comum e reciclável; Como o Lacre do Bem transforma esse material em inclusão. Depois, proponha uma separação do lixo da própria casa com as crianças, explicando como cada resíduo deve ser descartado. 5. Campanha solidária na escola ou igrejaSe a escola ou a comunidade religiosa da criança tiver atividades de férias, é possível sugerir uma ação solidária coletiva:Arrecadação de lacres durante a colônia de férias; Oficina com garrafas PET decoradas como “cofrinhos de lacres”; Cartazes feitos pelas próprias crianças explicando o projeto. Esse tipo de ação sensibiliza todos os envolvidos e pode continuar mesmo depois que as aulas voltarem. Os benefícios de envolver crianças em ações solidáriasAs atividades com propósito têm um impacto profundo no desenvolvimento infantil. Além de ocuparem o tempo de maneira saudável, elas:✅ Estimulam o senso de comunidade e pertencimento✅ Aumentam a autoestima✅ Desenvolvem empatia e compaixão✅ Introduzem conceitos de cidadania e responsabilidade✅ Criam vínculos afetivos entre famílias e colegasE o melhor: ensinam, desde cedo, que ajudar o outro é uma escolha possível e transformadora. Como entregar os lacres juntados nas férias?Depois de todas essas ações, é importante orientar as crianças sobre o destino dos lacres:Eles devem ser colocados em garrafas PET de 2 litros (cheias); A família pode entregar em um dos pontos de coleta oficiais do Lacre do Bem ou em nossa sede em Belo Horizonte; Também é possível entrar em contato pelo e-mail ou redes sociais do projeto para envio ou coleta especial. Não esqueça de registrar o momento com uma foto e, se quiser, marcar o @lacredobem nas redes! Férias escolares também podem ser tempo de transformaçãoAo envolver as crianças em ações solidárias, criamos memórias afetivas ligadas ao cuidado, à empatia e ao meio ambiente. Elas crescem com a percepção de que podem (e devem) fazer a diferença.Neste período de férias escolares, nossa sugestão é essa: 🧡 brinque, descanse, viva… e ajude.O Lacre do Bem está de portas abertas para receber essa nova geração de transformadores sociais.

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4 de junho de 2025

Dia Mundial do Meio Ambiente

No dia 5 de junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para chamar a atenção de governos, empresas e, principalmente, da sociedade civil sobre os desafios ambientais que enfrentamos. Essa data representa um chamado à ação e uma oportunidade para refletirmos sobre nosso papel na preservação do planeta e sobre como pequenas atitudes podem gerar grandes transformações.A crise climática, o descarte inadequado de resíduos, o aumento da poluição e a perda da biodiversidade são apenas alguns dos muitos problemas que ameaçam o nosso futuro. Mas, ao mesmo tempo, somos lembrados de que a mudança começa com cada um de nós. O poder de reciclar lacres de latinhaVocê já parou para pensar no impacto ambiental que algo tão pequeno quanto um lacre de alumínio pode ter?Embora pareça insignificante, o lacre da latinha é feito de alumínio, um material 100% reciclável e com alto valor comercial. Quando descartado corretamente, ele pode ser reutilizado infinitamente, economizando energia e evitando a extração de novos recursos naturais. Quando descartado de forma incorreta, ele pode levar até 200 anos para se decompor no meio ambiente, poluindo solos e cursos d’água.Foi pensando nisso que nasceu a ONG Lacre do Bem, uma iniciativa que transforma lacres em solidariedade e preservação ambiental. Por meio da coleta e reciclagem de lacres de latinhas, a organização gera impactos sociais e ambientais positivos, mostrando que reciclar é um ato de amor ao próximo e ao planeta.Como funciona o Lacre do Bem?A proposta é simples: pessoas e empresas de todo o Brasil recolhem lacres de alumínio e os enviam para a ONG, que se encarrega de reciclá-los. O valor arrecadado com a venda dos lacres é utilizado para a compra de cadeiras de rodas, que são doadas a quem precisa. Até agora, já foram doadas mais de mil cadeiras, e milhões de lacres foram impedidos de ir para o lixo comum.Ou seja, ao juntar lacres, você está:Evitando o descarte inadequado de resíduos de alumínio; Reduzindo a demanda por extração de bauxita (minério usado para produzir alumínio); Diminuindo a poluição do solo e da água; Contribuindo para a inclusão social e melhoria da qualidade de vida de pessoas que realmente precisam de cadeiras de rodas.Por que isso é importante?O Brasil é um dos maiores consumidores de latinhas de alumínio do mundo. Felizmente, o país também é um dos líderes mundiais em reciclagem desse material, com taxas que superam 95%. No entanto, ainda há muito a ser feito, principalmente no que diz respeito à educação ambiental e à conscientização da população sobre o destino dos resíduos.Ao apoiar projetos como o Lacre do Bem, estamos reforçando a importância da economia circular, que busca dar um novo ciclo de vida aos materiais e reduzir o desperdício. Além disso, estamos construindo uma cultura de solidariedade, onde o cuidado com o meio ambiente caminha lado a lado com a empatia pelo outro.Como você pode ajudar?Engajar-se com o Lacre do Bem é fácil e acessível para todos:Comece a juntar lacres de alumínio no seu dia a dia. Guarde em garrafas PET, por exemplo. Mobilize amigos, vizinhos, colegas de trabalho e escola. Que tal montar um ponto de coleta na sua comunidade? Acesse nosso site www.lacredobem.org.br para saber como enviar os lacres e conhecer outras formas de contribuir. Divulgue nas redes sociais e ajude a espalhar essa corrente do bem! Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, faça parte da mudançaO planeta precisa de atitudes conscientes e contínuas. A boa notícia é que você não precisa fazer grandes sacrifícios para ajudar. Pequenos gestos, como separar o lixo corretamente ou guardar lacres de alumínio, fazem uma enorme diferença quando realizados por muitas pessoas ao mesmo tempo.Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, convidamos você a refletir: que legado você quer deixar para as próximas gerações? Com ações simples, podemos proteger nossos recursos naturais, promover inclusão social e construir um mundo mais justo e sustentável.Junte-se ao Lacre do Bem e transforme o seu gesto em impacto positivo

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7 de maio de 2025

O impacto do Dia Internacional da Reciclagem

A cada dia, toneladas de resíduos são descartadas em todo o mundo. Mas você já parou para pensar que muito do que chamamos de lixo pode, na verdade, ganhar uma nova vida e ainda transformar a vida de outras pessoas? O Dia Internacional da Reciclagem, celebrado em 17 de maio, é um convite para refletirmos sobre nossos hábitos, nossa responsabilidade com o planeta e o poder da reciclagem como ferramenta de mudança.Queremos reforçar a importância dessa data e como pequenas ações cotidianas fazem uma grande diferença e de que forma o Lacre do Bem tem mobilizado pessoas, empresas e escolas para tornar o mundo mais sustentável e inclusivo. Leia também: Como funciona a distribuição de cadeiras de rodas pelo SUS Por que existe o Dia Internacional da Reciclagem?O Dia Internacional da Reciclagem foi criado pela UNESCO com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância do reaproveitamento de materiais, reduzindo o volume de resíduos descartados e preservando os recursos naturais.A data nos lembra que reciclar é um dos caminhos mais acessíveis e funcionais para evitar o desperdício e diminuir o impacto ambiental causado pelo consumo excessivo e descarte inadequado de resíduos. Reciclagem: muito além do meio ambienteSim, reciclar protege o planeta. Mas os efeitos da reciclagem vão muito além disso. Quando reciclamos, também estamos colaborando com a economia circular, gerando empregos, apoiando cooperativas de catadores e criando oportunidades para projetos sociais como o Lacre do Bem ajudarem pessoas em situação de vulnerabilidade social a terem acesso a cadeiras de rodas.A reciclagem, quando feita de forma consciente e coletiva, também promove valores como educação ambiental, empatia, cooperação e responsabilidade. O que o Lacre do Bem tem a ver com isso?Tudo! O Lacre do Bem nasceu da ideia simples e genial de uma menina de 9 anos, a Julia Macedo, que decidiu juntar lacres de latinhas de alumínio para conseguir uma cadeira de rodas. Ela sabia que, para alcançar esse objetivo, precisaria de muitas mãos. E conseguiu.Hoje, já reciclamos mais de 97 toneladas de alumínio, com o apoio de diversas pessoas, voluntários, empresas e escolas de todo o Brasil. Esses lacres se transformaram em cadeiras de rodas que ajudam a devolver autonomia, dignidade e qualidade de vida a quem precisa.Ao juntar lacres e destiná-los corretamente, contribuímos para a reciclagem de um material 100% reaproveitável e altamente valioso para o meio ambiente. Mais do que isso, ajudamos a transformar uma corrente de solidariedade em impacto humano real. Como você pode participar dessa transformação?Fazer parte dessa mudança é mais simples do que parece. Aqui vão algumas formas de contribuir com a reciclagem e com o Lacre do Bem:🎯 Guarde os lacres das suas latinhas e incentive outras pessoas a fazerem o mesmo. 🧴 Use garrafas PET de 2 litros para armazenar os lacres. Precisamos de 140 garrafas cheias para conseguir comprar uma cadeira. 📍 Encontre um ponto de coleta perto de você. Temos dezenas espalhados pelo Brasil. É só acessar este link aqui. ♻️ Fale sobre o projeto, compartilhe nas redes sociais e leve a mensagem para a sua escola, empresa ou condomínio. 💚 Doe, apoie e mobilize. Você pode fazer doações via Pix, PagSeguro ou diretamente na conta da Associação Lacre do Bem. Reciclagem é escolha e é impactoCada latinha reciclada deixa de ocupar espaço em aterros e pode ser reutilizada infinitas vezes. Cada lacre coletado pelo Lacre do Bem pode fazer parte da cadeira de rodas que vai mudar a vida de alguém.Neste 17 de maio, aproveite o Dia Internacional da Reciclagem para repensar seus hábitos, reforçar o seu compromisso com o planeta e, quem sabe, começar sua própria corrente do bem.Porque reciclar também é um gesto de amor.

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31 de março de 2025

Dia Mundial de Conscientização do Autismo e a empatia

No dia 2 de abril, o mundo se une para celebrar o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data essencial para promover o entendimento, a aceitação e o respeito pelas pessoas no espectro autista. Criado pela ONU em 2007, esse dia nos lembra da importância da informação e do diálogo para combater o preconceito e ampliar a inclusão social.A importância da conscientização sobre o autismoA falta de informação ainda é um dos principais desafios enfrentados pelas pessoas autistas e suas famílias. Muitos mitos e estigmas cercam o Transtorno do Espectro Autista (TEA), dificultando a inclusão e o acesso a direitos fundamentais. Ao compartilharmos conhecimento, podemos construir uma sociedade mais empática e acessível, garantindo que cada indivíduo tenha oportunidades justas de educação, trabalho e convívio social.Empatia gera respeito, e o respeito leva à transformação. Quando compreendemos as diferenças, fortalecemos laços e construímos um mundo mais justo para todos.Ligando a conscientização do autismo à saúde globalEm abril, também celebramos o Dia Mundial da Saúde, no dia 7, uma data que marca o aniversário de fundação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em 2025, traz o tema "Começos saudáveis, futuros esperançosos". Essa abordagem reforça a necessidade de investimentos desde os primeiros anos de vida para garantir qualidade de vida a longo prazo.O cuidado com a saúde mental e emocional é fundamental para qualquer pessoa, mas é especialmente relevante para aqueles dentro do espectro autista. O acesso a diagnóstico precoce, suporte adequado e ambientes inclusivos pode fazer toda a diferença na vida de uma pessoa autista.Leia também: Acessibilidade e inclusãoNossa missão: construindo um futuro melhorComo uma ONG comprometida com a inclusão social, educação ambiental e qualidade de vida, acreditamos que abril é um mês para reforçar a necessidade de transformação social. Nosso trabalho visa criar impacto humano por meio de uma rede do bem que promova informação acessível, apoio às famílias e incentivo à diversidade. Apesar do nosso projeto, Lacre do Bem, ter foco principal na recolha dos lacres e doação de cadeiras de roda, nós acreditamos na responsabilidade social como um todo e na promoção da empatia. Como contribuir para a conscientização?Compartilhe informação – O conhecimento combate preconceitos e ajuda a construir uma sociedade mais empática.Pratique a inclusão – Pequenos gestos fazem grande diferença no dia a dia de uma pessoa autista.Apoie organizações sociais – ONGs e instituições que promovem a inclusão precisam do seu apoio.Cuide da sua saúde e da saúde de quem está ao seu redor – A saúde mental e emocional são pilares fundamentais para uma sociedade mais justa e equilibrada.Dicas de filmes e séries sobre o autismoO cinema e as séries têm um papel fundamental na disseminação de informações e na construção da empatia. Confira algumas produções que retratam o autismo de maneira sensível e educativa:Atypical (Netflix) – Série que acompanha a vida de um jovem autista em sua jornada por independência e autodescoberta.As Mães dos Pinguins (Netflix) – Quando seu filho de sete anos precisa mudar de escola, uma atleta de MMA percebe que sua luta mais difícil será a maternidade.O Contador – Filme estrelado por Ben Affleck que mostra um matemático autista com habilidades extraordinárias.Rain Man – Clássico do cinema, de 1989, com Dustin Hoffman e Tom Cruise, retratando um irmão autista com síndrome de Savant.Temple Grandin – Filme biográfico sobre Temple Grandin, uma cientista autista que revolucionou a indústria pecuária. Informação gera empatia e empatia gera respeito! A conscientização sobre o autismo é um compromisso coletivo que deve ser fortalecido diariamente. Quando nos informamos, praticamos a empatia e incentivamos a inclusão, contribuímos para um mundo mais acessível e respeitoso para todos. Que abril seja um mês de aprendizado, reflexão e ações concretas para promover a aceitação e o bem-estar das pessoas autistas. Juntos, podemos construir uma sociedade mais justa e inclusiva! Siga o Lacre do Bem!

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12 de março de 2025

A força feminina que move o lacre do bem #MêsdaMulher

No dia 8 de março, celebramos o Dia da Mulher, uma data que vai muito além das flores e mensagens cor de rosa de parabéns. É um momento de reconhecer a importância fundamental, o brilhantismo e o impacto que as mulheres têm na sociedade. No Lacre do Bem, essa força feminina está presente desde o início do projeto, quando uma menina de apenas nove anos teve uma ideia capaz de transformar vidas. Leia também: Como funciona a distribuição de cadeiras de rodas pelo SUS Uma menina que sonhou grandeO Lacre do Bem nasceu da iniciativa de Julia Macedo que, ainda criança, percebeu que pequenos gestos podem gerar grandes mudanças. O que começou com uma ação simples – juntar lacres de latinhas para doar cadeiras de rodas – se tornou um movimento nacional de inclusão social e sustentabilidade. Hoje, mais de uma década depois, a ideia de Julia continua mobilizando pessoas de todas as idades, provando que a solidariedade não tem limites. Mulheres que fazem acontecerNos bastidores do Lacre do Bem, temos mulheres que se dedicam diariamente para que o projeto continue crescendo. São colaboradoras, voluntárias, doadoras e apoiadoras que ajudam na organização, logística, comunicação, divulgação e arrecadação dos lacres. Elas são responsáveis por transformar pequenos elos de alumínio em acessibilidade, mostrando que juntas somos mais fortes.Além das mulheres que atuam diretamente no projeto, há também aquelas que, com suas doações, fazem a diferença na vida de muitas pessoas. São mães, avós, professoras e empresárias que incentivam crianças e jovens a coletarem lacres, ajudando a espalhar essa corrente do bem. Impacto além do gêneroO Lacre do Bem não só conta com o apoio das mulheres e trabalha para beneficiar pessoas de todos os gêneros. Ao longo dos anos, conseguimos proporcionar mobilidade e mais qualidade de vida para centenas de mulheres, homens e crianças que precisavam de cadeiras de rodas. Até hoje, essa união resultou em mais de 1.000 cadeiras doadas. E que venham as próximas!Além de promover a inclusão, o Lacre do Bem reforça a importância da sustentabilidade. Desde o início do projeto, reciclamos 97 toneladas de alumínio, reduzindo impactos ambientais e conscientizando a sociedade sobre a importância do descarte responsável. Esse compromisso com a reciclagem está alinhado às diretrizes de ESG, tornando o projeto uma referência tanto em responsabilidade social quanto ambiental. Um agradecimento especialNeste Dia da Mulher, queremos expressar nossa gratidão a todas as mulheres que fazem parte do Lacre do Bem. Seja através do trabalho incansável nos bastidores, das doações ou do apoio contínuo, cada uma de vocês é essencial para que possamos continuar transformando vidas.Que essa data seja uma lembrança do quanto a força feminina é capaz de inspirar e mudar o mundo. Se você ainda não faz parte dessa rede do bem, junte-se a nós! Doe lacres, ajude na divulgação ou voluntarie-se. Juntas e juntos, teremos um impacto ainda maior!

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2 de dezembro de 2024

Distribuição de cadeiras de rodas

Conseguir uma cadeira de rodas elétrica pode transformar a vida de quem tem mobilidade reduzida, proporcionando mais autonomia e liberdade para realizar atividades diárias. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece essa assistência a pessoas com deficiência que não têm condições financeiras de adquirir o equipamento. Veja como solicitar uma cadeira de rodas elétrica pelo SUS, abordando os requisitos, documentos e o processo necessário para garantir esse benefício.Requisitos para solicitar uma cadeira de rodas elétrica pelo SUSO SUS oferece cadeiras de rodas manuais e elétricas para pessoas com deficiência física que precisam do equipamento para melhorar sua qualidade de vida. A distribuição de cadeiras de rodas pelo SUS é gratuita e o acesso à cadeira de rodas elétrica tem critérios específicos.Os equipamentos são distribuídos de acordo com as normas do Programa de Atenção à Pessoa com Deficiência, e a prioridade é dada a pessoas que apresentam uma necessidade comprovada de mobilidade e que não possuem recursos para adquirir a cadeira por conta própria.Para receber uma cadeira de rodas elétrica pelo SUS, é preciso:Diagnóstico de mobilidade reduzida: É necessário ter um diagnóstico que comprove a necessidade de uma cadeira de rodas elétrica. Esse diagnóstico deve ser realizado por um médico do SUS, que também avaliará o tipo mais adequado de cadeira de rodas.Condição financeira: O benefício é destinado a pessoas que comprovem a falta de recursos financeiros para adquirir o equipamento.Avaliação multiprofissional: Além do médico, uma equipe multiprofissional (que pode incluir fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais) realizará uma avaliação para determinar o impacto que o equipamento terá na qualidade de vida da pessoa.Leia também: Conheça e aprenda mais sobre as cores e cordões da inclusãoPasso a passo para solicitar uma cadeira de rodas elétrica pelo SUSAbaixo está o processo para solicitar uma cadeira de rodas elétrica pelo SUS. Este passo a passo facilitará a compreensão das etapas necessárias.1. Agende uma consulta no SUSO primeiro passo é marcar uma consulta em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação. Nessa consulta, o médico avaliará a necessidade do equipamento e, se o diagnóstico for concluído, emitirá um laudo médico para a solicitação da cadeira de rodas.2. Passe por uma avaliação multiprofissionalApós a consulta inicial, você será encaminhado para uma equipe multiprofissional. Esse grupo irá considerar fatores como sua condição de saúde, limitações físicas e o tipo de cadeira de rodas mais adequada para atender às suas necessidades específicas.3. Reúna a documentação Para solicitar a cadeira de rodas pelo SUS, é importante ter em mãos alguns documentos. Geralmente, os documentos solicitados incluem:Laudo médico emitido pelo SUSRG e CPFComprovante de residênciaComprovante de renda familiar para análise de condições financeirasEsses documentos ajudarão a comprovar a necessidade e a elegibilidade para o benefício.4. Faça a solicitação oficialCom o laudo e os documentos, dirija-se à Secretaria de Saúde do seu município para formalizar a solicitação. A equipe responsável abrirá o processo e, se necessário, encaminhará o pedido para órgãos especializados em reabilitação e fornecimento de equipamentos ortopédicos.5. Aguarde a análise e a liberação da cadeira de rodasA partir da solicitação, o processo de análise e liberação pode levar algum tempo, dependendo da demanda e dos recursos disponíveis na região. Após a aprovação, você será comunicado para receber o equipamento. Em alguns casos, a entrega pode ocorrer diretamente em sua residência.Dicas para aumentar as chances de aprovaçãoAtualize seus dados e documentos: Certifique-se de que todos os documentos estão em ordem e atualizados.Mantenha contato com a equipe de saúde: Ficar atualizado sobre o processo e acompanhar com a equipe de saúde ajuda a entender o andamento da solicitação.Informe-se sobre programas complementares: Além do SUS, algumas ONGs e instituições de apoio a pessoas com deficiência também oferecem assistência para obtenção de cadeiras de rodas.Perguntas frequentes sobre cadeiras de rodas pelo SUSQuem tem direito a uma cadeira de rodas elétrica pelo SUS?Pessoas com deficiência física, sem condições financeiras para adquirir o equipamento, e com recomendação médica e de uma equipe multiprofissional têm direito ao benefício.Quanto tempo leva para receber a cadeira de rodas pelo SUS?O prazo pode variar, dependendo da demanda na sua região e da disponibilidade de recursos. Em média, o processo de análise e entrega pode levar alguns meses.A cadeira de rodas elétrica pelo SUS precisa de manutenção?Sim, assim como qualquer equipamento, a cadeira de rodas elétrica pode precisar de manutenção. O SUS oferece assistência para manutenção em alguns casos, mas também é importante verificar o suporte oferecido na sua cidade.Leia também: Dia Internacional da Pessoa com DeficiênciaA importância de uma cadeira de rodas elétricaCadeiras de rodas elétricas são mais do que apenas equipamentos de mobilidade; elas representam um recurso importante para que pessoas com limitações motoras possam ter uma vida mais independente. Para muitos cidadãos, obter uma cadeira de rodas elétrica pelo SUS é um caminho para exercer mais plenamente seus direitos, incluindo o direito à mobilidade e à participação ativa na sociedade.Conseguir uma cadeira de rodas elétrica pelo SUS envolve um processo detalhado, mas é uma oportunidade importante para quem precisa desse equipamento e não pode arcar com os custos. Seguir todos os passos e reunir a documentação correta são fatores essenciais para garantir a aprovação. Então, se você conhece alguém que precisa de uma cadeira de rodas elétrica, compartilhe este guia para ajudá-lo a entender o processo de solicitação pelo SUS. Redação: Estúdio Letras

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